
sm.
do lat. somniu
1. Atividade mental não dirigida, que se manifesta durante o sono, pelo menos nas suas fases menos profundas, e da qual, ao acordar, se pode conservar certa lembrança;
2. Conjunto de idéias e de imagens que perpassam o espírito durante o sono;
3. Aquilo que é produto da imaginação; fantasia; devaneio;
4. Desejo veemente; aspiração;
5. Projeto cuja execução parece difícil ou impossível; utopia;
6. Ilusão;
7. Coisa muito bela ou agradável; visão;
8. Culinária. bolo fofo de farinha e ovos, frito em azeite e passado depois por calda de açúcar;
Quando eu era adola, tinha um livrinho de interpretações de sonhos. Do tipo: sonhou com cobra? Traição, água limpa- renovação na sua vida, água suja – é... não lembro! Mas com toda certeza não é nada de bom... Acordava e corria pra ver o que o destino me reservava nas páginas daquela publicação.
Confesso que ainda hoje eu tenho uma relação toda especial (e mais profissional) com meus sonhos. Gosto deles. Até dos que não são agradáveis. Respeito aquilo que me enviam ou que eu consigo pescar lá no fundo do meu sub-consciente. É através deles que eu recebo notícias de amigos, fico sabendo de novidades em primeira mão ou simplesmente faço coisas que a realidade não me permite. Sei que essa história de premonições e mensagens parece meio doideira-astral, mas comigo acontece e quem convive comigo já sabe... Já dou até consulta pra minha mãe, que vez por outra me pergunta: Sonhou com o q hoje, minha filha? Eu mereço!!!
No meio de tantas visões e interpretações froidianas (ou de revista vagabunda), não existe nada mais desapontador do que um sonho que tinha tudo pra virar realidade, que chega a doer de tão bom e que na verdade não chega. É pior que pesadelo!
Essa noite eu tive um sonho. Nem era futuro, nem passado, nem presente, também não foi ruim, nem desses desapontadores... só sei que a história era boa pra dedéu!
E apesar disso (ou talvez por isso), esses não deixam de me pertubar.
do lat. somniu
1. Atividade mental não dirigida, que se manifesta durante o sono, pelo menos nas suas fases menos profundas, e da qual, ao acordar, se pode conservar certa lembrança;
2. Conjunto de idéias e de imagens que perpassam o espírito durante o sono;
3. Aquilo que é produto da imaginação; fantasia; devaneio;
4. Desejo veemente; aspiração;
5. Projeto cuja execução parece difícil ou impossível; utopia;
6. Ilusão;
7. Coisa muito bela ou agradável; visão;
8. Culinária. bolo fofo de farinha e ovos, frito em azeite e passado depois por calda de açúcar;
Quando eu era adola, tinha um livrinho de interpretações de sonhos. Do tipo: sonhou com cobra? Traição, água limpa- renovação na sua vida, água suja – é... não lembro! Mas com toda certeza não é nada de bom... Acordava e corria pra ver o que o destino me reservava nas páginas daquela publicação.
Confesso que ainda hoje eu tenho uma relação toda especial (e mais profissional) com meus sonhos. Gosto deles. Até dos que não são agradáveis. Respeito aquilo que me enviam ou que eu consigo pescar lá no fundo do meu sub-consciente. É através deles que eu recebo notícias de amigos, fico sabendo de novidades em primeira mão ou simplesmente faço coisas que a realidade não me permite. Sei que essa história de premonições e mensagens parece meio doideira-astral, mas comigo acontece e quem convive comigo já sabe... Já dou até consulta pra minha mãe, que vez por outra me pergunta: Sonhou com o q hoje, minha filha? Eu mereço!!!
No meio de tantas visões e interpretações froidianas (ou de revista vagabunda), não existe nada mais desapontador do que um sonho que tinha tudo pra virar realidade, que chega a doer de tão bom e que na verdade não chega. É pior que pesadelo!
Essa noite eu tive um sonho. Nem era futuro, nem passado, nem presente, também não foi ruim, nem desses desapontadores... só sei que a história era boa pra dedéu!
E apesar disso (ou talvez por isso), esses não deixam de me pertubar.
